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Tecnologia, geopolítica e desenvolvimento

Do A Terra É Redonda, 9 de abril 2026
Por PEDRO PAULO ZAHLUTH BASTOS*



Imagem: ThisisEngineering

O arcabouço fiscal impede investimentos em ciência, tecnologia e estatais justamente quando a rivalidade sino-americana abre uma janela histórica para o Brasil ganhar autonomia — sem reforma fiscal, a janela vira miragem

Como superar os desafios estruturais que um programa desenvolvimentista enfrenta no Brasil contemporâneo? Minha contribuição aqui busca articular duas dimensões desse desafio: primeiro, as restrições domésticas impostas pelo arcabouço fiscal à execução de uma política econômica desenvolvimentista; segundo, as oportunidades abertas pela reconfiguração geopolítica global, particularmente a rivalidade sino-americana, que criam condições históricas para uma estratégia de autonomia tecnológica e reindustrialização.

Meu argumento central é que essas duas dimensões estão intrinsecamente conectadas: sem reformar as amarras fiscais que inviabilizam investimentos públicos estratégicos, o Brasil permanecerá incapaz de aproveitar a janela geopolítica que se abre. Nas eleições de 2026, a esquerda não pode prometer “menos do mesmo”: precisa demonstrar sua capacidade de propor mais e melhores políticas públicas que dialoguem inclusive com os grupos sociais resistentes ao governo Lula.

A armadilha da austeridade permanente

O chamado “arcabouço fiscal” ou “regime fiscal sustentável” representa a continuidade, sob nova roupagem, da lógica da austeridade que domina a política econômica brasileira pelo menos desde 2015. Embora apresentado como mais flexível que o teto de gastos de Michel Temer, o novo regime mantém o essencial: a subordinação da política fiscal a metas de resultado primário e a limitação do crescimento das despesas primárias a um teto móvel vinculado a 70% do crescimento da receita, com crescimento real máximo de 2,5% ao ano.

As consequências dessa arquitetura institucional são evidentes (BASTOS, 2023a, b). Primeiro, ela perpetua a compressão dos investimentos da União. Entre 2010 e 2014, o investimento do governo central rodou a 0,68% do PIB. Na média de 2023 e 2024, ficou em 0,305%, subindo pouco em relação à média do período 2019-2022, 0,29% (PIRES, 2025). O investimento do setor público como um todo caiu menos – de 3,46% do PIB entre 2010 e 2014 para 2,83% no biênio 2023-4 –, mas isso não é consolo, por causa de carências que só podem ser supridas pela União.

Segundo, o arcabouço fiscal impõe uma contenção permanente dos gastos sociais justamente quando o país deveria expandir sua rede de proteção e seus serviços públicos. Afinal, itens de gastos como educação, saúde e previdência social que têm vinculações orçamentárias constitucionais e que tendem a crescer mais do que o limite geral autorizado pelo arcabouço (2,5%) são incompatíveis com ele. Terceiro, e crucialmente para o argumento que desenvolvo aqui, inviabiliza a capitalização de empresas estatais e os investimentos em infraestrutura necessários para viabilizar um projeto desenvolvimentista.

O problema não é meramente técnico ou contábil. Trata-se de uma escolha política que prioriza a rentabilidade dos títulos públicos e a tranquilidade dos mercados financeiros em detrimento da capacidade do Estado de induzir o desenvolvimento econômico. É uma escolha política de um refém que, como tal, tem pouco apelo além da base agradecida por políticas já executadas.

Como demonstro em análises anteriores, essa escolha reflete a posição defensiva perante um condomínio hegemônico entre o capital estrangeiro e o grande capital financeiro doméstico que se consolidou após o golpe de 2016 e que resiste a qualquer projeto que ameace suas estratégias de acumulação que integram a economia brasileira de modo cada vez mais dependente no capitalismo mundial, com grande influência sobre os poderes legislativo e judiciário.

A recuperação do gasto público, seja na infraestrutura social seja na econômica, ao contrário, é fundamental para ativar um modelo de crescimento econômico que combine apoio popular e investimentos públicos e privados orientados para atendimento das necessidades da população brasileira, inclusive mirando deliberadamente em políticas que beneficiam grupos sociais resistentes ao governo Lula sem prejudicar os já apoiadores (como faz o arcabouço fiscal em uma soma-zero)

Reforma fiscal estratégica – exclusões necessárias

Diante desse impasse, o ideal seria propormos a superação do arcabouço fiscal. Se não tivermos força política para tanto, pelo menos devemos obter duas exclusões fundamentais do cálculo dos gastos limitados pelo arcabouço.

Primeira: exclusão dos gastos em saúde, educação, ciência e tecnologia. A racionalidade dessa proposta é evidente. Saúde, educação, ciência e tecnologia são investimentos de longo prazo na capacidade produtiva da nação, não gastos de consumo. Tratá-los como despesas ordinárias que devem ser contidas é condenar o país ao subdesenvolvimento permanente.

Mais ainda, em um momento histórico em que a competição econômica global se desloca crescentemente para setores intensivos em conhecimento – inteligência artificial, biotecnologia, transição energética, entre outros –, comprimir investimentos em educação, ciência e tecnologia é renunciar antecipadamente a qualquer possibilidade de inserção soberana na economia mundial, e de ascensão social sustentada dos menos favorecidos de modo a também favorecer camadas médias

Segunda: exclusão dos gastos com capitalização de empresas estatais e investimentos em infraestrutura realizados pela administração direta e unidades federadas. Esta exclusão é crucial para o argumento que desenvolvo aqui. Sem capacidade de capitalizar empresas como Petrobras, Eletrobras (onde o Estado ainda mantém participação minoritária), BNDES e outros bancos públicos, o Estado brasileiro fica desarmado para implementar políticas industriais substantivas e, consequentemente, para sustentar a geração de empregos de maior produtividade e remuneração. Contudo, tal capitalização, incluída no teto do arcabouço fiscal, é financeiramente inviável. Limitado na capacidade de investir em infraestrutura logística, energética e digital fora do teto de gastos, o país permanece prisioneiro de gargalos estruturais que inviabilizam planejar qualquer estratégia de desenvolvimento.

Um pequeno sinal disso é que, em 05/12, a LDO de 2026 aprovada pelo Congresso Nacional retirou algo como R$ 10 bilhões do teto do arcabouço para auxiliar na recuperação financeira dos Correios, viabilizando a continuidade de um serviço essencial para integrar a nação. Meritória em si, a exclusão deste gasto do teto do arcabouço e da meta fiscal levanta uma pergunta óbvia: por que só atender a necessidades urgentes de investimento público – como os Correios ou a reconstrução de infraestruturas destruídas por desastres climáticos – ao invés de viabilizar a expansão planejada do investimento público orientado para restaurar o desenvolvimento econômico e social?

Essas exclusões não representam irresponsabilidade fiscal, mas sim uma compreensão mais sofisticada do que significa “sustentabilidade” em política econômica. Sustentável não é aquilo que agrada aos mercados financeiros no curto prazo, mas sim aquilo que constrói capacidades produtivas de longo prazo. Países desenvolvidos jamais impuseram a si mesmos as amarras que o Brasil se autoinflige.

A janela geopolítica sino-americana

Enquanto o Brasil se paralisa em debates sobre décimos de ponto percentual no resultado primário, o mundo passa por uma reconfiguração geopolítica de magnitude histórica. A ascensão da China como potência tecnológica e industrial, e a resposta estadunidense, primeiro na forma de contenção e “desacoplamento”, agora na forma do imperialismo nu e cru, criam oportunidades sem precedentes para países de desenvolvimento intermediário que souberem aproveitar as contradições dessa nova guerra fria.

Os dados são eloquentes. A participação da China no comércio exterior brasileiro saltou de menos de 2% entre 1997 e 2000 para 28,7% em 2025, sendo nosso principal parceiro comercial. Simultaneamente, a participação dos Estados Unidos caiu de 23,9% para 10,8% no mesmo período. Essa reorientação comercial não é mero acidente estatístico, mas expressão de uma transformação estrutural na economia mundial.

Mais significativo ainda: essa transformação não se limita ao comércio. Empresas chinesas tornaram-se protagonistas em setores estratégicos da infraestrutura brasileira. Segundo o Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC, 2025), 45% de todo o estoque de investimento chinês no Brasil desde 2007 concentra-se no setor de eletricidade, somando US$ 35 bilhões. A State Grid controla a CPFL Energia, com cerca de 15% do mercado nacional de distribuição e presença relevante em transmissão de alta tensão; a China Three Gorges (CTG) acumula 8,3 GW de capacidade instalada em geração hídrica; e a SPIC opera aproximadamente 4 GW em renováveis. Somente em 2024, o setor elétrico concentrou 34% do total investido pela China no país, somando US$ 1,43 bilhão. Em telecomunicações, a Huawei consolidou-se como fornecedora fundamental, apesar das pressões estadunidenses para sua exclusão das redes 5G.

O segundo governo de Donald Trump, com sua ênfase em unilateralismo e protecionismo, tende a aprofundar essa tendência. Enquanto Washington impõe tarifas, restrições tecnológicas e exige subordinação geopolítica de seus parceiros, Beijing oferece financiamento, transferência tecnológica e parcerias sem condicionalidades políticas explícitas.

Esta é a janela histórica que se abre: aproveitar a competição sino-americana para negociar transferências tecnológicas substantivas e construir capacidades produtivas autônomas. Mas – e aqui retorno ao primeiro argumento – essa janela só pode ser aproveitada se o Estado brasileiro tiver capacidade fiscal e institucional para ser um parceiro relevante, não um mero receptor passivo de investimentos.[i]

*Pedro Paulo Zahluth Bastos é professor titular Instituto de Economia da Unicamp. Autor, entre outros livros, de A era Vargas: desenvolvimentismo, economia e sociedade (Editora da Unicamp). [https://amzn.to/3RxhzIe]

Referências

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AMODEI, Dario. The day after AGI [Painel com Demis Hassabis, moderado por Zanny Minton Beddoes]. In: WORLD ECONOMIC FORUM ANNUAL MEETING 2026, Davos, 20 jan. 2026. Disponível em: https://www.weforum.org/meetings/world-economic-forum-annual-meeting-2026/sessions/the-day-after-agi/.

BASTOS, Pedro P. Z. (2023a) Quatro tetos e um funeral: o novo arcabouço/regra fiscal e o projeto social-liberal do ministro Haddad. Campinas: Instituto de Economia, Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica (CECON), Unicamp, 2023. (Nota do CECON, n. 21). Disponível em: https://www.eco.unicamp.br/images/arquivos/nota-cecon/nota-do-cecon-21-23395ab8.pdf.

BASTOS, Pedro P. Z. (2023b) Não existe alternativa? Considerações sobre o impacto econômico e a economia política do novo arcabouço fiscal (“Regime Fiscal Sustentável”). Revista do Núcleo de Estudos de Economia Catarinense, 12(23), 26-46.

BASTOS, Pedro P. Z. (2023c) Fundo Amazônia e desenvolvimento socioambiental inclusivo: problemas e recomendações. Campinas: Instituto de Economia, Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica (CECON), Unicamp, 2023. (Nota do CECON, n. 20). Disponível em: https://www.eco.unicamp.br/images/arquivos/nota-cecon/nota-do-cecon-20.pdf.

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Nota

[i] O texto revisa texto originalmente preparado para seminário na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo-FESPSP em 06/12/2025, e se destina a novo seminário agendado para 11/04/2026 no mesmo local.

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