La carga incluye 73 paneles solares destinados a centros de salud, además de alimentos básicos como arroz, frijoles y cereales.
La flotilla “Nuestra América” continúa su travesía desde México rumbo a Cuba, transportando más de 30 toneladas de ayuda humanitaria para el pueblo de la isla caribeña, en medio de la crisis agravada por las restricciones económicas impuestas por Estados Unidos.
El barco, también conocido como “Granma 2.0”, hace referencia a la histórica expedición que desembarcó en 1956 y dio inicio al proceso revolucionario cubano. En esta ocasión, la embarcación transporta a 32 personas procedentes de 11 países, según informaron sus organizadores.
La carga incluye 73 paneles solares destinados a centros de salud, además de alimentos básicos como arroz, frijoles y cereales, junto con medicinas y productos de higiene, todos donaciones procedentes de distintas naciones.
Los organizadores han expresado su preocupación por los riesgos de seguridad en alta mar, recordando que durante la administración de Donald Trump se registraron más de 40 ataques contra embarcaciones en el Caribe y el Pacífico, bajo acusaciones de vínculos con terrorismo y narcotráfico.
“Nuestra seguridad está directamente conectada con la visibilidad que tengamos. Nos acordamos que Trump bombardeó barcos ahí en el Caribe y en el Pacífico también. Y él no tiene límites para sus planes malignos”, declaró el activista brasileño Thiago Ávila, quien participó en una flotilla de ayuda hacia Gaza en 2025.
Para garantizar la protección de la misión, la flotilla es escoltada por un buque de la Armada de México, que acompañará la embarcación hasta el límite de las aguas territoriales cubanas.
Esta iniciativa se suma a los esfuerzos de México y varios países de la Unión Europea, que en semanas anteriores enviaron ayuda humanitaria a Cuba como muestra de apoyo frente al recrudecimiento de la política estadounidense.
El arribo de la flotilla está previsto en las próximas horas, tras una travesía de 48 horas, y representa un nuevo gesto de solidaridad internacional hacia la isla en un momento de grave crisis económica y energética.
Telesur
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Grupo de Pesquisa Sul-Sur
Este grupo se insere numa das linhas de pesquisa do LABMUNDO-BA/NPGA/EA/UFBA, Laboratório de Análise Política Mundial, Bahia, do Núcleo de Pós-graduação da Escola de Administração da UFBA. O grupo é formado por pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento e de diferentes instituições públicas de ensino e pesquisa.
Buscamos nos apropriar do conhecimento das inter-relações das dinâmicas socioespaciais (políticas, econômicas, culturais) dos países da América do Sul, especialmente do Brasil, da Bolívia, da Argentina e do Chile, privilegiando a análise histórica, que nos permite captar as especificidades do chamado “subdesenvolvimento”, expressas, claramente, na organização das economias dos diversos povos, nos grupos sociais, no espaço.
Nosso campo de investigação dialoga com os campos da Geopolítica, Geografia Crítica, da Economia Política e da Ecologia Política. Pretendemos compreender as novas cartografias que vêm se desenhando na América do Sul nos dois circuitos da economia postulados por Milton Santos, o circuito inferior e o circuito superior. Construiremos, desse modo, algumas cartografias de ação, inspirados na proposta da socióloga Ana Clara Torres Ribeiro, especialmente dos diversos movimentos sociopolíticos dessa região, das últimas décadas do século XX à contemporaneidade.
Interessa-nos, sobretudo, a compreensão e a visibilidade das diferentes reações e movimentos dos países do Sul à dinâmica hegemônica global, os espaços de cooperação e integração criados, as potencialidades de criação de novos espaços e os seus significados para o fortalecimento da integração e da cooperação entre os países do Sul, do ponto de vista de outros paradigmas de civilização, a partir de uma epistemologia do sul. Através das cartografias de ação, buscamos perceber as antigas e novas formas de organização social e política, bem como os espaços de cooperação SUL-SUL aí gestados. Consideramos a integração e a cooperação Sul-Sul como espaços potenciais da construção de novos caminhos de civilização que superem a violência do desenvolvimento da forma em que ele é postulado e praticado.
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