Hasta “conseguir el objetivo de sentar a todos los actores para dialogar y negociar la reforma educativa”, dirigentes magisteriales de la Coordinadora Nacional de Trabajadores de la Educación (CNTE) afirmaron que continuarán con la jornada de movilizaciones y protestas.
Redacción Desinformémonos, 29 de maio, 2016
Los dirigentes reiteraron que “no se le puede llamar diálogo cuando se le pide a uno de los actores llegar de rodillas”, ante la decisión del secretario de educación, Aurelio Nuño, de recibir a los maestros sólo si aceptaban la reforma.
Enrique Enríquez, secretario general de la sección 9 de la Ciudad de México, y Adelfo Alejandro Gómez, líder del magisterio disidente de Chiapas, aseguraron que el paro de labores se mantendrá al igual que los plantones en la capital del país y en los estados de Chiapas y Oaxaca.
“Mantenemos la ruta de la movilización, y a partir de los acuerdos de nuestra asamblea nacional representativa, que se convocará esta tarde, definiremos las acciones para la próxima semana tanto en la Ciudad de México como en diversos estados”, aseguraron.
“A lo mejor piensan que entre ellos se van a poner ciertos obstáculos con miras a otras circunstancia ajenas a nosotros, pero les decimos que la lucha de la CNTE continúa, seguimos exigiendo lo ya planteando. De ahí no nos vamos a mover. Es necesario sentarse a mesa de diálogo, pero también de negociación que permita realmente poder transitar la posibilidad de buscar un camino donde se transforme la educación de este país, sin perder el carácter público que tiene”, sostuvo Adelfo Alejandro.
Con información de La Jornada
Grupo de Pesquisa Sul-Sur
Este grupo se insere numa das linhas de pesquisa do LABMUNDO-BA/NPGA/EA/UFBA, Laboratório de Análise Política Mundial, Bahia, do Núcleo de Pós-graduação da Escola de Administração da UFBA. O grupo é formado por pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento e de diferentes instituições públicas de ensino e pesquisa.
Buscamos nos apropriar do conhecimento das inter-relações das dinâmicas socioespaciais (políticas, econômicas, culturais) dos países da América do Sul, especialmente do Brasil, da Bolívia, da Argentina e do Chile, privilegiando a análise histórica, que nos permite captar as especificidades do chamado “subdesenvolvimento”, expressas, claramente, na organização das economias dos diversos povos, nos grupos sociais, no espaço.
Nosso campo de investigação dialoga com os campos da Geopolítica, Geografia Crítica, da Economia Política e da Ecologia Política. Pretendemos compreender as novas cartografias que vêm se desenhando na América do Sul nos dois circuitos da economia postulados por Milton Santos, o circuito inferior e o circuito superior. Construiremos, desse modo, algumas cartografias de ação, inspirados na proposta da socióloga Ana Clara Torres Ribeiro, especialmente dos diversos movimentos sociopolíticos dessa região, das últimas décadas do século XX à contemporaneidade.
Interessa-nos, sobretudo, a compreensão e a visibilidade das diferentes reações e movimentos dos países do Sul à dinâmica hegemônica global, os espaços de cooperação e integração criados, as potencialidades de criação de novos espaços e os seus significados para o fortalecimento da integração e da cooperação entre os países do Sul, do ponto de vista de outros paradigmas de civilização, a partir de uma epistemologia do sul. Através das cartografias de ação, buscamos perceber as antigas e novas formas de organização social e política, bem como os espaços de cooperação SUL-SUL aí gestados. Consideramos a integração e a cooperação Sul-Sul como espaços potenciais da construção de novos caminhos de civilização que superem a violência do desenvolvimento da forma em que ele é postulado e praticado.
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